Tuesday, October 30, 2007

Mundos Ficcionais (Parte I)

Qualquer jogo depende do seu meio envolvente para daí retirar os recursos necessários à sua jogabilidade. Num jogo de golfe, o meio envolvente deverá ser um campo preparado para a prática do golfe que conceda aos jogadores o poder de decidir jogar ou não. Num jogo de monopólio, por exemplo, são os próprios jogadores a construírem o mundo ficcional onde se desenrola o jogo, tendo em conta o posicionamento das diversas cartas no tabuleiro de jogo, a distribuição do dinheiro necessário a cada jogador para que possa começar a jogar, a representação do jogador no tabuleiro de jogo através de um objecto, que é em si uma representação de outras formas desde um dedal a um carro. Só após a preparação de um mundo ficcional é possível o jogador experimentar-se dentro do jogo. Num jogo de computador, o mundo ficcional está criado a partir do momento em que o jogador carrega o jogo no aparelho e no ecrã experimenta a deslocação dentro deste. Antes de encetar a experiência do jogo, o jogador pode, caso lhe seja dada essa possibilidade pelos criadores do jogo, personalizar alguns indicadores como os controlos do jogo, a qualidade visual, entre outros. Essa personalização permite um acréscimo que relacionamento entre o jogador e o próprio jogo visto a adaptação deste aos gostos do jogador.

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