A massificação de uma cultura visual na sociedade da informação permita propalar em maior número uma iconografia de significado social mais abrangente cuja compreensão depende em grande parte da análise visual que cada jogador emprega a cada forma de representação visual e da simbologia que compõe o espaço de movimento do jogador.
Ao usar a sua própria lógica na construção mental de uma experiência pessoal, o jogador usa as suas próprias convicções na interpretação das convenções abordadas pelo jogo. Na criação de uma nova experiência o jogador tem como fonte primordial as suas próprias experiências passadas que carregam em si a memória da emoção gerada no seu percurso. Os jogos incitam à criação mental de estruturas decisórias que permitam ao jogador compreender as suas possibilidades de acção e, paralelamente, uma ideia das consequências dessas acções, para que no ponto fulcral do jogo, o ponto de decisão, o resultado da sua acção possa ser o que ansiava. A expectativa do jogador relativamente ao sucesso ou insucesso das suas escolhas é já emocional e preparatória para a emoção gerada pela mudança do estado do jogador perante o jogo e perante os restantes jogadores. A jogabilidade torna-se assim uma característica emocional do jogo.
Friday, January 11, 2008
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