Wednesday, May 30, 2007

Porque jogamos?

O jogo ultrapassa sempre a sua forma física do acto de jogar para se desenrolar também no campo mental através da experiência que enceta com o jogador, seja um rasgo de emoção, uma familiariedade partilhada, um exercicio mental ou um desafio competitivo. A estrutura do jogo proporciona diversos e dispares momentos de comunicação entre jogadores, mediados por um interface visual, um plano de jogo, seja este um simples relvado, um tabuleiro de xadrez ou um monitor. Ao jogar, o jogador estabelece 3 tipos de relações com as caracteristicas jogo: Com o interface, com os outros jogadores e com o seu papel dentro do jogo.
O interface, seja um local fisico em que se adapta às suas características, ou um conjunto de controlos com o teclado e o rato que permitem manipular a sua representação onde a acção do jogo se desenrola, delimita o espaço "jogável" e para optimizar a sua experiência, o jogador deve conhecer bem o espaço onde é possivel a ocorrência de factos que envolvem também as suas acções dentro do jogo.
Os outros jogadores, sejam outras pessoas, ou jogadores pré programados pelos criadores do jogo, são essenciais para a existência de reacções às acções tomadas pelo jogador. Sem estas, o jogador nunca teria o retorno das suas acções, ou seja, nunca teria o resultado das experiências que faz, no papel de jogador e assim, não poderia passar à experiência seguinte.
O papel do jogador dentro do jogo é preponderante pois é ele de dá inicio ao jogo, é da sua personagem que ele depende e quando esta desaparece, o jogo acaba. Em jogos de equipa, cada membro tem o seu papel na equipa antes de ter o seu papel no jogo, pois se um membro da equipa se encontra em falta, a equipa, como personagem so jogo, fica em falta também.

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